Parecidos com Deus.
Parecidos com Deus
Por ter conhecimento e razão, Deus deu ao ser humano a
mente e a inteligência para que este soubesse compreender e agir sobre todas as
coisas.
Por ser justo, verdadeiro e sábio, Deus deu ao ser
humano a capacidade de também ser justo, a fim de que este tivesse domínio
sobre tudo.
E, por ser amor, Deus deu a Adão a capacidade de amar,
ser misericordioso e bom para que, da mesma forma, agisse com o seu semelhante.
E Apesar disso, Adão e Eva pecaram no Éden e foram destituídos
da glória de Deus e dos seus privilégios. Dessa Maneira, a obra mais excelente do Altíssimo,
criada em retidão e santidade, desviou-se do seu propósito.
“Eis aqui, o que tão-somente achei: que Deus fez ao
homem reto, porém eles buscaram muitas astúcias “, - Eclesiastes 7.29
De igual modo, a humanidade perdeu muitas dádivas
depois que o primeiro homem se desviou da vontade Divina. A partir daí alienado
do seu Senhor, o ser humano perdeu a semelhança com Ele, e o pecado foi
deformando a imagem Divina no homem.
Apartados da comunhão com o Criador, as pessoas se
degeneram, infringem princípios,
Petrificam sua consciência e tornam-se vulneráveis ao
mal.
Por isso, vemos nas Escrituras fariseus e escribas sem
nenhuma sensibilidade espiritual em relação a Deus e ao seu próximo, embora
fossem exímios praticantes da religião e convictos de sua própria justiça.
Eles agiam de maneira totalmente oposta ao que os
mandamentos Divinos ensinavam,
Só se concentravam em reparar sua conduta exterior,
para terem uma boa reputação humana, mas pouco se importavam com o seu
semelhante.
Ao olhar para esses religiosos, o senhor Jesus não via
homens, mas sepulcros caiados.
Como diziam os nossos avós: “por fora, bela viola: por dentro, pão
bolorento”,
Por serem hipócritas e passarem uma falsa imagem de
pessoas boas, os escribas e fariseus eram, para Deus, como sepulturas que,
externamente, parecem belas, mas, internamente, abrigam restos mortais em
decomposição (Mateus 23.27).
Dessa forma, os belos mantos usados por eles
Para fazerem orações, a imagem piedosa, as longas
rezas e os muitos jejuns e, escondiam maldade, cobiça, injustiça, avareza e
tantos outros atos perversos que aqueles religiosos praticaram e que eram
totalmente condenados pela lei divina.

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