Maconha, efeitos,


 

 
Maconha

É principal droga ilícita entre os jovens. Seu princípio ativo é o THC (tetraidrocanabinol), porém existem outras moléculas na planta que são ativos, para conseguir mais efeitos, os traficantes costumam adicionar “crack” no cigarro de maconha, aumentando o poder de dependência da droga.
 Efeitos da maconha, sugerindo que ela não leva a dependência, não provoca qualquer distúrbio psicológico ou mental grave e que não causa efeitos danosos nos órgãos.

A realidade é bem outra:  nos Estados Unidos existe mais de 500 mil jovens em tratamento por não conseguirem abandonar o vício.

A maconha tem propriedades medicinais, como muitas outras plantas. Entretanto, os estudos mostram que sua utilidade terapêutica é muito limitada. A única doença em que foi comprovada alguma utilidade é a esclerose múltipla. Quanto à sua indicação para glaucoma e como estimulante de apetite em pacientes com câncer, AIDS, em quimioterapia e radioterapia, a verdade é que existem outros medicamentos mais eficazes e seguros, sem risco de levar ao vício.

Também é falsa a afirmação de que a maconha não causa câncer. Na verdade, pesquisas internacionais comprovam que três cigarros de maconha têm potencial cancerígeno superior a vinte cigarros.

Efeitos

Cérebro:  dificuldade ou perda da memória, problema de concentração, convulsões.
Psicológicos:  alucinações, apatia, despersonalização, psicoses, euforia, pânico e paranoia, ansiedade, alterações súbitas do humor, síndrome a motivacional. Pode precipitar a esquizofrenia. O “skunk” pode literalmente fritar o cérebro, causando danos irreversíveis. Muitos que o usaram não conseguem sair de um estado de permanente apatia. Estudos recentes demonstraram que usuários de maconha têm tendência dez vezes maior de tentar suicídio.

Pulmonares:  bronquite, enfisema, câncer do pulmão.
Órgãos sexuais:  ginecomastia (aparecimento de mamas), diminuição da testosterona e da formação do espermatozoide.



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